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Domingo muito especial onde o Bispo Macedo esteve no Monte Hermon determinando o derramamento do Espirito Santo sobre todos os que crer.

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Tudo o que o diabo quer é derrubar quem está no monte Hermom. E tudo o que ele não quer é que quem não subiu, suba, pois ele sabe perfeitamente o que significa estar no monte; afinal de contas, ele morou no monte santo de Deus.
“Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti.” Ezequiel 28.14-15
O maior erro de muitos obreiros é que se consideram abastados. Ou seja: “Já tenho o Espírito Santo, por isso não preciso fazer sacrifício nesta Campanha do Monte Hermom.”
É exatamente isso que o diabo quer. Pois, se você já está no monte (na fé), ele quer que você pare de sacrificar. Assim, ele poderá lhe derrubar (do monte) facilmente, já que o monte é o único lugar onde ele não pode nos tocar.
"Aconselho-te que de mim compres (pagar o preço – sacrifício)
ouro refinado pelo fogo... (purificação) [...]
Vestiduras brancas para te vestires... (alma limpa do pecado)[...]
e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (visão da grandeza de Deus). Apocalipse 3.18
Este é o conselho que precisamos seguir, obreiros: buscar, lá no monte Hermom, no próximo domingo (14), o fogo, as vestiduras brancas e a unção nos olhos, para vermos a grandeza de Deus em nossas vidas.
No monte Hemom, Pedro, Tiago e João viram a transfiguração de Jesus. Nesta campanha, você terá a transfiguração em sua vida.
Obreiros, esta é a hora, este é o momento de se lançar no altar com seu tudo. É o seu sacrifício pela transfiguração total de sua vida.
Quem já está no monte precisa sacrificar para permanecer, pois muitos, um dia, estiveram no monte (obreiros, pastores, membros, etc.), mas deixaram de sacrificar.
Foram derrubados de lá e estão caídos.

A verdade sobre o que realmente é profetizar

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Aconteceu nesse domingo dia 7 de Abril de 2013 uma reunião reveladora onde o Bispo Macedo fala com detalhe o que é realmente profetizar e o que é atuação de espirito enganador acompanhe na integra a reunião completa.

Um lugar escolhido por Deus

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O dia da transformção de vida

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Dia 14 de Abril será feita a separação entre os chamados e os escolhidos somente os filhos de Deus vão subir o Monte Hermon.

O Monte Hermom

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Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!
É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes.
É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para sempre. Salmo 133
O que tem esse Salmo de pequeno tem de significativo, precioso e poderoso.
À primeira vista fala de paz entre os irmãos.
Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!
Esses irmãos são os filhos de Deus.
É certo que há conflitos entre os filhos da carne, os filhos de pais diferentes, os filhos das diferentes denominações evangélicas, os filhos da religião, enfim, entre os filhos do mundo.
Mas, nunca há conflitos entre os verdadeiros filhos de Deus.
Sabe por quê?
Porque todos eles foram gerados pelo Espírito de Deus e têm o Mesmo Espírito.
Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!
Isso só é possível tendo Um só Espírito.
É impossível terem mau caráter, serem invejosos, egoístas, cruéis, avarentos, carnais, ou coisa parecida.
Antes, todos eles têm a imagem e semelhança do Altíssimo; possuem o Seu DNA. São filhos do Mesmo Pai.
Por isso são considerados raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz… I Pedro 2.9
Como a raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus proclamaria as virtudes do Senhor Jesus se fossem brigões, invejosos, egoístas, cruéis, avarentos, caluniadores, difamadores, mentirosos e carnais?
Impossível! Não é inteligente, nem faz sentido, não é mesmo?
Os filhos de Deus vivem em perfeita paz e harmonia.
São como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes.
São como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para sempre.
O Monte Hermom figura como o Senhor Jesus Cristo e Sua Igreja.
O Óleo precioso sobre a cabeça é o Espírito Santo sobre o Cabeça da Igreja – Jesus.
Arão representa o Senhor Jesus Cristo, o Sumo Sacerdote da Nova Aliança Hebreus 9.11-15.
O óleo que escorre pela barba e desce para a gola de Suas vestes significa a unção do Senhor Jesus que é derramado para a Sua Igreja: os filhos que Ele gerou pelo Seu Espírito.
O Orvalho do Hermom simboliza as águas que regam os Montes de Sião, ou seja, o Novo Israel.
Do ponto de vista físico, no Monte Hermom há três nascentes de águas que formam o Rio Jordão. Todo o abastecimento de água de Israel depende deste Monte, também chamado de Monte da Consagração.
Do ponto de vista espiritual, a vida eterna dos filhos de Deus depende deste Monte Sagrado; ou seja, a Igreja, na qual as portas do inferno jamais prevalecerão.
Ali o SENHOR ordena, manda, determina, impõe a Sua bênção e a vida para sempre (vida eterna).
No dia 14 de abril, celebrando o último dia da festa do Jejum de Daniel, na unção e na autoridade do Senhor Jesus Cristo, estaremos do pico do Monte Hermom, o Monte da Transfiguração, estendendo as mãos e determinando a bênção e a vida, para sempre, para todo o povo da IURD e os demais que creem.
Sejam abençoados os que creem!

Dia Nacional pelas mães que choram - DOMINGO DIA 10

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Neste Domingo dia 10, especialmente Às 08:00 horas aqui na SEDE do Jd. Capela, Teremos a concentração de fé pelas mães que choram.

Veja abaixo o depoimento passado no ultimo Domingo de uma mãe que chorou muito pelo seu filho, mas obteve a resposta da fé em Deus.


Fé sem inteligência

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Deus sempre envia ajuda imediata para aqueles que o invocam, mas é preciso ter um coração humilde para receber as bênçãos

Por Bispo Marcelo Crivella 


É preciso ter um coração humilde diante de Deus, para aceitar aqueles que nos são enviados e receber a ajuda que nos vêm trazer.

Trabalhando, por muitos anos, como missionário na África, vi muitas pessoas em sofrimento. Creio que todas pedem a Deus ajuda em suas orações. Creio também que em resposta a essas orações é que somos enviados a ajudá-las, porém muitas não nos aceitam.

Conta-se que pelos idos de 1940, uma pequena cidade da Flórida, nos Estados Unidos da América, foi assolada por fortes tempestades. À medida que as chuvas se prolongavam, o sistema de escoamento se mostrou deficiente e a cidade começou a inundar nos bairros mais baixos.

O governo, então, anunciou, pelo rádio e televisão, que os moradores daqueles trechos deveriam se deslocar para ginásios e prédios públicos, na parte alta da cidade, onde receberiam assistência até que pudessem voltar às suas casas.

Numa das ruas da parte baixa, um dos moradores se negava a deixar sua casa. Dizia ter fé que Deus iria socorrê-lo. Seus vizinhos, antes de partirem, bateram insistentemente à sua porta, pedindo-lhe que os acompanhasse. Pelo menos uns dez. A todos o homem respondia:

- Deus vai me salvar!

Aquela rua ficou deserta. As outras também; aliás, todo o bairro. Até os gatos e cachorros se foram. Somente o homem continuava em casa.

As águas cobriram as calçadas, avançaram pelo jardim e já estavam chegando à porta da casa, quando um enorme caminhão do Exército, deslocando-se lentamente, anunciou que se alguém ainda estivesse no local, que embarcasse imediatamente. O homem nem deu as caras.

Assim, viu as águas entrarem por baixo da porta e encherem a sala. Subiu na cadeira, da cadeira passou para a mesa, da mesa foi para o telhado.

A essa altura, soldados do Corpo de Bombeiros, vasculhando a área, aproximaram-se num barco e insistiram para que ele os acompanhasse. Lançaram corda, colete salva-vidas, e nada. O homem, já no telhado da casa, repetia:

- Deus vai me salvar!

Ao entardecer, o nível da água já lhe tocava os pés, quando um helicóptero da Força Aérea lançou sobre ele um possante jato de luz. Foi, então, desenrolada uma escada, a qual no balanço do vento tocava-lhe os braços e o corpo como que, calada e humilde, lhe implorasse que nela subisse. O homem encolheu as pernas para fugir da água, mas nem sequer olhou para cima. O helicóptero foi embora, em busca de outros que quisessem socorro. A chuva continuou a cair e o homem morreu afogado.

No Céu, ele chegou muito zangado e passou a reclamar e inquirir o porquê de sua fé não ter sido honrada. Então, foi-lhe dito:

- Sua oração chegou por aqui e a resposta voltou de imediato. Em seu socorro foram mandados mais de dez vizinhos, o Exército, os Bombeiros e finalmente até um helicóptero da Força Aérea. Mas você não aceitou nenhuma ajuda!

A Bíblia ensina que Deus constitui autoridades governamentais e espirituais. O coração humilde as conhece, respeita e acata. E assim se vive com sabedoria.

Mestre Zé, Rita e Rosinha

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A palavra álcool é de origem árabe e significa sutil. Realmente, não há nada que seja mais sutil do que a bebida alcoólica. Ela entra em qualquer ambiente e frequenta desinibidamente todas as classes sociais. Não só está presente na confraria miserável dos mendigos, debaixo das pontes, como também é convidada de honra nos grandes bailes, nos palácios e nas recepções aos líderes de Estado.

Quando o sujeito está triste, bebe para esquecer. Quando está alegre, bebe para comemorar. Se está calor, toma uma geladinha. Se está frio, uma dose para esquentar. Lá está a maldita sutileza. Vai chegando devagar, passo a passo, para tomar o seu lugar.

Foi assim que a bebida entrou na vida de José Severino da Silva, um jovem do interior que veio tentar a sorte na cidade de São Paulo. Ele deixou o Ceará com o sonho de se tornar rico. Seu primeiro emprego foi de servente de obra. Era um rapaz forte, de boa vontade e rápido para aprender.

O velho pedreiro e o experiente carpinteiro de formas brigavam para ter o Zé como ajudante. Foi assim que ele aprendeu todas as profissões na construção, formou-se na escola da vida e na prática do trabalho se fez mestre de obras.

Ganhando melhor e bem ajuizado, Mestre Zé se casou com Rita dos Anjos e construiu sua própria casa. Não era de luxo, mas estava longe de ser um barraco qualquer. Era um sobradinho jeitoso, de frente para a pracinha do bairro, com um muro bem pintado e um jardim sempre florido. Era mesmo o que se pode chamar de um lar feliz.

A família aumentou com a chegada de Rosinha, a primeira filha. Ela recebeu o nome da avó, a mãe do Zé, numa homenagem merecida à memória da falecida senhora.

Zé, Rita e Rosinha viviam uma vida simples, mas cheia de paz e fartura. Até que um dia, após o serviço, Zé parou no bar, a convite dos amigos. Maldita hora!

Entre conversas, risos e músicas, a bebida foi chegando, tomando lugar no seu sangue, acendendo-lhe os olhos, impondo seu gosto, seu cheiro, seu ardor, com os quais construiria mais tarde as muralhas da prisão do vício e da dependência.

As visitas ao bar foram ficando mais constantes. De duas a três vezes por semana, passaram a ser. Zé, que costumava estar em casa por volta das sete, para jantar com a família e assistir ao filme da TV, agora não chegava antes das dez, distante, trôpego, fingindo que nada havia acontecido.

O fim do dia, que marcava com alegria na vida de Rita e Rosinha a volta do pai para o lar, passou a ser momento de angustiada espera, de debruçar na janela, de ficar de pé no portão, olhando de um lado para o outro.

Zé já não podia ficar sem a bebida. Ia para o bar todo dia, principalmente nos finais de semana. Aí mesmo é que a bebida já o tomava desde cedo. Possuído pelo vício, começou a chegar atrasado na obra. Ficou desinteressado e perdeu a voz de comando. Errava em coisas simples e se esquivava do serviço.

Não precisou de muito tempo para perder o emprego e mergulhar a família na crise financeira. O dinheiro da indenização foi quase todo para pagar dívidas no bar. Agora, desempregado, Zé se entregou de vez ao vício. De Mestre Zé passou a ser chamado de “Zé Cachaça”, “Zé Bebum”, um “Zé” qualquer, nome desses que se dá ao pobre infeliz que cai nas garras do alcoolismo.

A casinha, bem construída, era uma tristeza só. A pintura ficou suja, o portão caiu e o jardim era puro mato. A televisão, o estofado, as cortinas... Foi tudo sendo, pouco a pouco, vendido para saldar as dívidas contraídas nas bebedeiras.

Rita, amargurada, carregava sozinha a vergonha diante dos vizinhos. As contas atrasadas, o pede aqui e ali para remediar a situação. Alguém já disse, sabiamente, que a mulher de um alcoólatra é uma heroína e merece uma estátua, em escala 10 por 1, no centro da praça pública.

Aquela aparente alegria das primeiras visitas ao bar transformaram a vida do Zé. A bebida mostrou suas garras cruéis e dilacerou sua vida, seu destino e a felicidade de sua família.

Mas o pior ainda estava por vir. Um dia, quando ele bebia como de costume, alguém veio lhe chamar com a notícia de que sua filha Rosinha ardia em febre. Precisava de sua atenção e providência urgente.

Os mensageiros foram muitos, desde cedo até o anoitecer. Mas Zé adiava sua ida para “daqui a pouquinho”, “já vou”, “dois minutos”.

Combalida pelas vicissitudes da vida, pela ausência do pai, pelos dias de pouco ou quase nada, a linda Rosinha agora era pele e osso. Seu corpinho indefeso foi vítima da tuberculose impiedosa que, sorrateiramente, alastrou-se por seus pequeninos pulmões.

Tarde da noite, hora do vendeiro enxotar os embriagados e fechar as portas do bar, o Zé, a passos trôpegos, tomou o rumo de casa. A certa distância viu estranhas luzes brilhando, vindas da sala. Ao se aproximar, lá estava, sendo velado, o pequeno caixão de Rosinha, cercado por pequeninas velas e flores simples. A pobre menina não resistira.

Insensibilizado pelo álcool, Zé se recostou em um canto da sala, sem dar conta da tragédia que atingira seu lar. Nas horas tristes daquela madrugada, o outrora lar feliz do Mestre Zé era um velório de dor, de perda e de saudade. Nunca mais se veria o rosto de Rosinha, o brilho de seus olhos a esperar pelo pai querido no portão ou a correr pelo jardim.

Quando o efeito do álcool foi, pouco a pouco, deixando a mente daquele pai infeliz, o desespero e o remorso foram lhe trazendo as trevas. Impotente para enfrentar a realidade, foi tomado pela sede louca do álcool, da busca da fuga, que crescia no seu interior.

Sem dinheiro para saciar o vício, aproximou-se sorrateiramente e, antes de fecharem o pequeno caixão, arrancou dos pés de sua filha os sapatinhos novos, que haviam sido doados para o enterro. Rosinha foi enterrada descalça. Assim culminou sua curta existência.

A história do Zé é verdadeira. É também verdade que, pelos muitos anos passados desde que estes fatos se sucederam nos arredores da capital de São Paulo, fugiram-me da memória os detalhes completos deste drama, razão pela quais nomes e profissões foram trocados. Mas de uma coisa jamais esquecerei: o álcool marcou para sempre a vida daquele lar, outrora tão feliz.

Afaste-se, meu irmão, do sutil. Não dê a ele nenhum espaço em sua vida. Lembre-se de que ele destrói suas vítimas, sem que elas percebam.

O cheque escondido

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Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um dia, o pai lhe propôs um acordo: 

- Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a faculdade de Medicina, eu lhe darei um carro de presente.

Por causa disso, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar.

O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!

O jovem seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços.  Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina!

Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que receberia o automóvel.

Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Certo que ali estavam às chaves do carro, o rapaz abriu emocionado, o pacote.

Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. Ele ficou visivelmente decepcionado, mas guardou silêncio.

Naquela mesma noite, com o coração cheio de rancor, o rapaz deixou a casa para nunca mais voltar. Ele se sentia traído e agora lutava para ser independente.

O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e esqueceu completamente o pai.

Todas as tentativas que seus pais fizeram para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e veio a falecer.

No enterro, a mãe entregou ao filho indiferente aquela Bíblia, último presente do pai, que havia sido deixada para trás.

De volta a sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, colocou o livro na estante, mas notou que havia um envelope dentro dele.

Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: "Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque, para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o amor a Deus e a fazer o bem, não pelo interesse da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.

Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.

Antes que seja tarde, devemos perdoar aqueles que nos fazem mal. Talvez, se olharmos com cuidado, veremos que há também um "cheque escondido" em todas as adversidades da vida.

O sapo que sonhava voar

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Os elogios são as armas que elevam o ego do ser humano


Foram inúmeras às vezes em que o Senhor Jesus nos ensinou o valor da modéstia, e como é importante fugir da glória traiçoeira deste mundo. Aliás, esta glória, que pertence ao diabo, foi oferecida a Jesus na tentação no deserto. O Senhor de pronto a desprezou, e o tentador, humilhadamente derrotado, retirou-se.

Conta-se que, anualmente, os animais de uma certa parte da selva amazônica se reuniam em uma clareira, próxima ao caudaloso Rio Negro, para realizar um grande festival de novidades. Cada bicho comparecia trazendo alguma coisa especial: uma nova comida, histórias interessantes, descobertas, provas de força, saltos acrobáticos... Tudo com a finalidade de eleger o mais admirável, o mais esperto, ao qual era concedido o título de "Campeão da Selva".

De longe se ouvia a movimentação entusiasmada da bicharada, vinda de todas as partes e indo para aquela clareira especialmente preparada para servir de palco de exibição. O show começava com o leão em um número de força. Seguia-se o macaco com saltos, depois o joão-de-barro mostrava uma nova maneira de construir. Assim, um após o outro, esforçavam-se para impressionar a audiência e arrebatar o título.

Bento, o sapo, muito vaidoso, arranjou para aquele ano algo tão espetacular, que levava como certa sua vitória. Combinou com um pássaro amarrar em sua pata uma corda, que ele seguraria com a boca. Toda vez que abaixasse a cabeça, puxando a corda, seria o sinal para que o pássaro voasse mais alto.

Pela primeira vez na história da selva todos veriam um sapo voador. O pássaro contratado era o urubu, pois Bento pensava: "Não faz sentido usar uma ave colorida, que ofusque o meu verde".

Enquanto os bichos se revezavam em ocupar o palco, Bento nem dava bola. Apenas aguardava o momento certo para sua entrada triunfal.

Ao se aproximar o fim do festival, o sapo surgiu voando por cima das copas das árvores e começou a rodear a clareira. Quem primeiro notou foi a girafa, que não conteve o espanto:

 - Olhe para cima, bicharada! Quem vai lá voando no céu?

De imediato todos olharam para o alto e o sapo passou a ser o centro das atenções. Era tudo o que Bento mais queria. Frases se seguiram: "Que ideia formidável!", "É um gênio!", "Que coragem!".

E assim cada vez que ouvia uma dessas frases, Bento puxava a corda e o urubu subia mais alto.

A admiração era geral. Tão alto estava que não se podia distinguir quem era ele. Os bichos se perguntavam uns aos outros: "Quem é o valente? Será o rato, ou a perereca?".

Ao perceber, do alto, que a bicharada o confundia com outros bichos, Bento quis esclarecer e gritou:

- É o sapo, pessoal!

Foi a última frase que disse na vida. O pobre Bento, ao abrir o bocão, soltou-se da corda e despencou das alturas de sua glória, esborrachando-se no chão.

A história do sapo nos ensina uma grande lição. Os elogios são ciladas armadas para insuflar a vaidade humana, levando às alturas o ego daqueles que procuram a glória deste mundo. Quanto mais sobem, maior será o tombo.

Diz a Bíblia:

"O homem que elogia a seu próximo arma-lhe uma rede aos passos." Provérbios 29.5


Burrice não louva a Deus

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Muitos valorizam as emoções e desprezam o entendimento. O cérebro que têm é um desperdício



Nas minhas aulinhas de ciência, ainda no primeiro grau, aprendi que o ser humano é o único animal racional - característica que o distingue de todos os outros animais. Sua inteligência o permite realizar coisas que nenhuma outra criatura pode. 

Através da Palavra de Deus, também aprendi que o uso da inteligência unida à fé é o que distingue os que são de Deus dos que não são. Moisés expressou isso assim:

"Portanto, guardem e obedeçam fielmente a todas essas leis, e assim os outros povos verão que vocês são sábios e inteligentes. Quando ouvirem falar dessas leis, eles dirão: 'Como é sábio e inteligente o povo dessa grande nação!'" Deuteronômio 4.6

Perceba o desejo de Deus com respeito ao Seu povo. O Senhor queria que os outros povos conhecessem o Seu povo como um povo inteligente. E as nações veriam isso quando vissem o povo d’Ele obedecendo fielmente as Suas leis.

Burrice não louva a Deus.
Fé emotiva não honra a Deus.
Religiosidade não faz incrédulos admirarem a Deus.
Crença cega não exalta a Deus.
Inteligência sem fé é manca.
Fé sem inteligência é fanatismo.
Fé sem obediência é vergonha para Deus.

Infelizmente, muitos que têm chamado a si mesmos "povo de Deus" têm sido burros, cegos e meros religiosos. Valorizam as emoções e desprezam o entendimento. O cérebro que têm é um desperdício.

"Porque sou demasiadamente estúpido para ser homem; não tenho inteligência de homem, não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo." Provérbios 30.2,3

(*) Texto retirado do blog do bispo Renato Cardoso

O Roubo do Leitão

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Alfredo criava porcos e tinha um trato com os habitantes da pequena cidade em que vivia: os moradores o ajudavam na alimentação dos animais e, no momento do abate, os porcos eram divididos - metade ficava com ele e a outra era repartida entre a comunidade.

Um dia, porém, achando que não estava lucrando com aquele acordo, Alfredo ficou pensando numa forma de não dividir um enorme leitão, do qual tratara com todo cuidado e que já estava para ser abatido. Diante desse dilema, resolveu desabafar com seu compadre:

- O povo trouxe a lavagem para dar ao porco, ele engordou e eu prometi que repartiria o bicho, mas não estou querendo dividir essa belezura de leitão - revelou o criador, apontando para um gordo suíno.

- Faz o seguinte: mata o porco, pega a sua parte e coloca a outra pendurada no açougue. À noite, quando não tiver mais ninguém na rua, você vai lá e rouba. No dia seguinte, quando perguntarem, mostre-se surpreso e compadecido com o povo, que, infelizmente, perdeu a sua parte do porco - aconselhou o compadre.

- Boa ideia! - comemorou o criador.

E assim fez: abateu o leitão e dividiu em duas partes. A sua metade sapecou com bastante miúdo e linguiça, e a metade dos moradores pôs pendurada no açougue, tal como havia combinado.

Só que, tarde da noite, quem apareceu para roubar o leitão foi o tal compadre. Quando o criador chegou, a surpresa: o porco havia sumido. No dia seguinte, ele estava realmente tão surpreso com o sumiço do animal quanto toda a cidade. Inconformado com o fato, e sem poder falar com ninguém, foi procurar o compadre, para se lamentar.

- Compadre, sabe que eu pendurei a banda do porco no açougue, conforme o senhor me aconselhou, e não é que roubaram o bicho antes de mim? Ontem, quando vim roubar, já não tinha leitão nenhum! - desabafou ele.

- É isso mesmo, compadre. Para todo mundo você diga a mesma coisa - disse o homem. 

- Mas o senhor não está entendendo! O porco foi roubado mesmo! - emendou ele, desesperado.

- Eu sei que roubaram compadre. E como sei! Retrucou, sorrindo.

E assim ficou a história. O criador de porcos acabou sendo pego pela própria mentira e saindo no prejuízo, já que a cidade se juntou e exigiu que ele desse a sua parte do leitão, pois o culparam pelo sumiço da outra metade. Ele pretendia agir de má-fé, para se dar bem, e no final das contas ficou sem nada.

A Bíblia ensina que o diabo é o pai da mentira, e quem prefere viver segundo a sua cartilha sempre se dá mal.

O diamante no punhado de arroz

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Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias


Um príncipe, de um reino distante, estando na época de se casar, resolveu fazer uma seleção entre as moças mais belas do reino. Três passaram pelo seu crivo: todas lindas, prendadas e preparadas desde a infância para, um dia, serem as possíveis princesas da corte. Mas apenas uma poderia ocupar o lugar. A dificuldade para escolher aquela que o acompanharia pelo resto da vida era tanta que o príncipe decidiu se aconselhar com um sábio pastor.
- Como vou saber qual delas devo escolher para ser minha esposa e rainha desta corte? - perguntou o príncipe duvidoso.
- Faça o seguinte: dê um punhado de arroz para cada uma delas, com um diamante escondido entre os grãos. Depois me diga qual foi a reação das moças - orientou o pastor, dando três punhados de arroz para o rapaz distribuir entre suas pretendentes.
E assim fez o príncipe. A cada uma deu os grãos com os diamantes e pediu que lhe preparassem uma refeição.
A primeira preparou uma gostosa comida para o príncipe, mas guardou a joia para si mesma, sem nada comentar. Depois de almoçar com a moça e observar que ela nada havia falado a respeito do diamante, foi direto passar as informações ao sacerdote, que deu o seu parecer:
- Apesar de prendada, a moça mostrou ser muito egoísta, pois guardou a joia só para si, sem compartilhar o achado com Vossa Majestade. Ela agiu de forma semelhante àquela ave descrita na Bíblia, que come a semente lançada na beira do caminho, sem ao menos esperar que dê frutos. Certamente esta não serve para ser sua esposa.

Acatando o conselho do pastor, o príncipe partiu para a casa da segunda escolhida. Chegando lá, deparou-se com um belo prato de arroz e com a notícia de que a jovem havia encontrado um diamante entre os grãos, tendo mandado fazer um lindo anel com o achado. Após cear com a moça, mais uma vez procurou o pastor para contar os fatos.
Diante do relato do rapaz, o sacerdote fez o seguinte comentário:
— Esta, apesar de prendada e honesta, é uma pessoa muito vaidosa, e que só pensa nela mesma. Não daria uma boa esposa.
Desiludido, o príncipe rumou para a casa daquela que seria a sua última alternativa. Qual não foi a sua surpresa ao entrar na residência da moça e se deparar com um magnífico banquete! Havia de tudo. Além do arroz, pratos maravilhosos, feitos com especiarias importadas do Oriente, enfeitavam a enorme mesa.
- Como você conseguiu apenas com aquele punhado de arroz que lhe dei fazer tudo isto? — indagou o príncipe, como se não soubesse do diamante.
- Ora, achei que o diamante que veio junto com o punhado de arroz fosse para eu fazer um prato mais especial. Então, penhorei a joia e, com o dinheiro, comprei temperos finíssimos e tudo quanto precisava para lhe oferecer este banquete. Com as receitas que conheço, chamei mulheres do reino para ensiná-las, cobrando uma moeda de ouro de cada uma. Assim, obtive de volta o valor do diamante e o recuperei, para devolvê-lo ao senhor - explicou a moça.
Feliz e já imaginando qual seria a conclusão do pastor a respeito da atitude da terceira escolhida, o príncipe foi correndo contar o acontecido. Depois de narrar toda a história, ouviu enfim o que esperava:
- Além de dedicada, prendada e honesta, ela é inteligente. Esta se encaixa perfeitamente no perfil da mulher descrita na Palavra de Deus:
"Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias. O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho. Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. É como o navio mercante: de longe traz o seu pão." Provérbios 31.10-14

Os Três Conselhos

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Ouvi essa história há alguns anos e é uma lição de vida. Leia com atenção, você não vai perder tempo e aprenderá a viver.

Um casal recém de casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio. Um dia o marido fez uma proposta à esposa:

- Querida eu vou sair de casa e vou viajar para bem distante, arrumar um emprego e trabalhar até que eu tenha condições de voltar e dar a você uma vida mais digna e confortável.

Não sei quanto tempo vou ficar longe de casa, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto eu estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você.

Assim sendo o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudar em sua fazenda. Ele se ofereceu para trabalhar, e foi aceito. Sendo assim, o jovem rapaz propôs um pacto ao patrão:


- Patrão eu peço só uma coisa para o Senhor. Deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que eu devo ir embora o Senhor me dispensa das minhas obrigações. Não quero receber o meu salário. Quero que o Senhor o guarde, como uma poupança até o dia que eu sair daqui. No dia em que eu sair o Senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.


Tudo combinado, aquele jovem trabalhou muito, sem férias e sem descanso.

Depois de longos vinte anos ele chegou para o seu patrão e lhe disse:

- Patrão eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.


O patrão então lhe disse:

- Tudo bem, nós fizemos um pacto e eu vou cumprir. Só que antes eu quero lhe fazer uma proposta.


Curioso ele pergunta a seu patrão qual era a proposta, e seu patrão lhe diz:

- Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos não lhe dou o dinheiro. Vai pro seu quarto, pense e depois me dê a resposta.


O rapaz pensou durante dois dias e depois procurou o patrão e lhe disse:

- Eu quero os três conselhos.

- Se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro. Disse o patrão

- Eu quero os conselhos. Respondeu o rapaz.


O patrão então lhe falou, estes são os três conselhos:

1º-”Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida”;

2º- Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal”;

3º-”Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais”;


Após dar os três conselhos o patrão disse ao rapaz que já não era tão jovem assim:

- Aqui você tem três pães, dois são para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar a sua casa.


O rapaz  seguiu o seu caminho de volta para casa, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Andou durante o primeiro dia e encontrou um viajante que o cumprimentou e lhe perguntou:


- Pra onde você vai?

- Vou para um lugar muito distante que fica a muitos dias de caminhada por esta estrada.


- Rapaz, esse caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez vezes menor e você vai chegar em poucos dias. O rapaz ficou contente e começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho do seu patrão:


“Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida”.

Então voltou e seguiu o seu caminho. Dias depois ele soube que aquilo era uma emboscada. Assaltantes esperavam as pessoas para roubá-las e mata-las.

Depois de alguns dias de viagem, achou uma pensão na beira da estrada onde pôde hospedar-se. Porém de madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor e muito barulho. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para sair.


Quando lembrou do segundo conselho:

“Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal”. Então voltou, deitou-se e dormiu.


Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que sim. Então por que não foi ver o que era,  não ficou curioso? Ele disse que não. Então o hospedeiro lhe falou:

- Você é o único que sai vivo daqui,  um louco gritou durante a noite e quando os hóspedes saiam ele os matava. O rapaz seguiu seu caminho e depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça da sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta da sua esposa. O dia estava escurecendo, mas ele pode ver que a sua esposa não estava só.

Andou mais um pouco e viu que ela tinha sentado no colo de um homem a quem estava acariciando os cabelos. Ao ver aquela cena o seu coração se encheu de ódio e amargura e ele decidiu matar os dois sem piedade.


Apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho:

“Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais”. Então ele parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo. Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:


- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes eu quero dizer para a minha esposa que eu fui fiel a ela. Dirigiu-se à porta da casa e bateu.

Ao abrir a  porta esposa  reconhece o seu marido e se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue tamanha a felicidade dela. Então com lágrimas ele lhe diz:


- Eu fui fiel a você e você me traiu.


- Como? __ ela ainda espantada diz: _ Eu não lhe traí, o esperei durante esses vinte anos.


- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer? Disse o marido.


- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora eu descobri que estava grávida e hoje ele está com vinte anos de idade. Então ele conheceu e abraçou seu filho, contou-lhes toda a sua história. Enquanto a esposa preparava o café eles sentaram-se para comer o último pão. Após a oração de agradecimento e lágrimas de emoção ele parte o pão, e ao parti-lo, ali estava todo o seu dinheiro, o dinheiro de vinte anos de trabalho…!

Pecado, porque eu gosto tanto dele ?

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Mentir, ter relações sexuais fora do casamento, exibir o corpo na webcam para o prazer de um desconhecido, roubar produtos no supermercado. Isso tudo é o que mais vemos acontecer no mundo. As pessoas estão cada vez mais sem limites, sem saber o que é certo e o que é errado. Ou pior: sabendo que é errado, mas continuam a fazer.
Parece antagônico dizer que aquilo que eu não gostaria de fazer, eu faço. Quem nunca ouviu alguém dizer ou também já disse: “Quando eu vi, já tinha feito, aí aproveitei até o fim.” As pessoas estão pegando gosto pelas coisas que Deus considera pecado, e que também trazem consequências ruins. Mas parece que, no auge do prazer, as implicações não significam nada.
“Já fui até o inferno, o que custa abraçar o diabo?”
É isso que as pessoas que gostam de pecar pensam. E tudo começa de uma forma simples, sutil.
Um dia, você está em casa, mas com vontade de sair. Liga para os amigos mais próximos e cada um está em um compromisso inadiável. Então, a ideia surge: sair sozinho. E é o que acontece.
Você então começa a se arrumar, pensando onde poderia ir para se divertir. Coloca uma roupa diferente – aquela que não coloca nas reuniões familiares, para ir à igreja. Arruma o cabelo, coloca um perfume especial e está pronto. Pega a chave do carro e pensa: “Já sei, vou a uma ‘baladinha’ que muitas pessoas já me indicaram, parece um lugar calmo, com pessoas de bom senso.”
E está dado o primeiro passo para um possível pecado. É claro que ir até um determinado lugar não quer dizer que você fará alguma coisa errada – porque isso é possível em qualquer lugar. Mas não dá para negar que é um local propício.
Chegando lá, sente-se um pouco “peixe fora d´água”, porque todos estão com os amigos, conversando com alguém e você chegou sozinho. Por um momento fica até triste, constrangido. Mas, em um segundo, pensa: “Espera um pouco, isso tem um lado bom: ninguém me conhece, posso fazer o que quiser!”
Está dado o primeiro passo para o pecado. Agora é só fazer acontecer.
E então começa a dançar, a se descontrair, sem pensar nas pessoas ao redor. Vai até o bar e pede uma bebida alcoólica. Volta para a pista e continua dançando.  É quando uma pessoa se aproxima para dançar junto e você pensa: “Qual o problema? É só uma dança!” Minutos depois, outro pensamento: “Qual o problema? É só um beijo, sou solteiro, não devo nada a ninguém!” E quando vê, está a caminho de um motel.
Por um instante chega a pensar: “Meu Deus, o que estou fazendo aqui, com uma pessoa que acabei de conhecer, em um lugar que nunca cogitei entrar? Mas, como voltar atrás? Agora vou até o fim, não sou uma pessoa de dar um passo para trás, vou sempre adiante!” E assim, o pecado está instaurado.
É dessa forma que, geralmente, o pecado chega, devagar, sem se mostrar muito. E o pior, a sensação de prazer, de aventura, de sair de seus limites é tão boa, que o pecado deixa de ser pecado e passa a ser um bicho de estimação, do qual você gosta de cuidar e alimentar.
Um caminho sem obstáculos
O caminho do pecado parece ser mais fácil de percorrer. As coisas ficam mais à mão, mais gostosas, sem o peso da obrigatoriedade, como se o mundo fosse para se curtir mesmo e não importa mais nada.
É por causa dessa sensação de leveza e liberdade, que o pecado ganha cada vez mais espaço na vida. Qual o problema de roubar uma margarina no supermercado? Eles são ricos, não fará diferença, não é mesmo? NÃO.
 Qual o problema de trair meu companheiro? Ninguém está vendo e ninguém é tão certinho assim para me apontar um dedo. E outra, ele nunca saberá. MAS DEUS SABE DE TODAS AS COISAS.
Esquecemos que Deus é onipresente e vê todas as coisas. Esquecemos que há consequências para o pecado e que essas serão vividas uma a uma, sem desculpas. Esquecemos que Deus é Deus de amor, Ele não castiga, mas você atrai o pecado e seus resultados.
O alerta e o conforto
O apóstolo Paulo já falava sobre como o pecado age. Esse alerta está no livro de Romanos 7:7-25. Mas vale ressaltar os versículos 19 a 21:

“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.”

Mas então, como me livrar de uma natureza tão pecaminosa?
Conhecendo cada vez mais o poder de Deus, abrindo-se para Ele. Reconhecendo suas fraquezas e lutando diariamente contra cada uma delas. O importante é resistir ao pecado, é permanecer em pé e, principalmente, buscar cada dia mais estar na presença de Deus.

“Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração.” Tiago 4:7-8

“Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis.” Romanos 8: 13

A arma de Deus

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A  arma de Deus é a Palavra.
A arma de Satanás também é a palavra.
A Palavra de Deus produz fé. É espírito e vida.
A palavra do diabo produz dúvida. É mortal porque com ela vêm os medos, as preocupações, ansiedades, lembranças dos traumas do passado, angústia, enfim, tudo o que é nocivo ao ser humano.
Enquanto a  Palavra de Deus levanta o caído, a do diabo derruba quem pensa estar de pé.
A Palavra cristã cura, anima, sustenta, traz paz, esperança, arremete a pessoa para o futuro.
Já a palavra diabólica adoece, desanima, separa, abate, constrange, cria inveja, traz ciúmes, suscita traições, demandas, promove injustiças, prostituições, rouba, destrói, mata, enfim, estimula os males.
A natureza humana está sempre no conflito entre a razão e a emoção: espírito x carne, ou fé x sentimentos. A Palavra de Deus desperta a razão; já o conselho do mal desperta a emoção.
A pergunta é:
A que conselho tenho dado mais atenção?
Ao do Espírito de Deus ou dos sentimentos?
Ao da fé ou da dúvida?

Sete passos para não receber o Espírito Santo

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- Pensar nele só na hora da busca;
- Desejar sentir “alguma coisa”;
- Preocupar-se em falar em línguas;
- Ter medo de receber outro espírito;
- Dividir-se entre receber o Espírito Santo e qualquer outra coisa;
- Manter mágoas no coração 
- Para objetivos pessoais.

Do céu olha o Senhor para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus. Salmo 14.2

A Marca dos Selados

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Os selados estarão imunes a toda destruição da Grande Tribulação

(*) Por bispo Edir Macedo/ Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

A selagem destas pessoas deverá ser uma marca especial de Deus na testa de cada um. O profeta Ezequiel também fez referência a um fato semelhante ao desse grupo de selados, quando disse:
"Então, ouvi que gritava em alta voz, dizendo: Chegai-vos, vós executores da cidade, cada um com a sua arma destruidora na mão. Eis que vinham seis homens a caminho da porta superior, que olha para o norte, cada um com a sua arma esmagadora na mão, e entre eles, certo homem vestido de linho, com um estojo de escrevedor à cintura; entraram e se puseram junto ao altar de bronze.
A glória do Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, indo até à entrada da casa; e o Senhor clamou ao homem vestido de linho, que tinha o estojo de escrevedor à cintura, e lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela.
Aos outros disse, ouvindo eu: Passai pela cidade após ele; e, sem que os vossos olhos poupem e sem que vos compadeçais, matai; matai a velhos, a moços e a virgens, a crianças e a mulheres, até exterminá-los; mas a todo homem que tiver o sinal não vos chegueis; começai pelo meu santuário." Ezequiel 9.1-6
Este grupo de cento e quarenta e quatro mil será imune a toda a destruição da Grande Tribulação. Uma das coisas mais importantes, a nosso ver, nessa visão de João, com respeito à selagem dos filhos de Israel, é a falta de uma das tribos.
Dentre todos os filhos de Israel, apenas a tribo de Dã não está relacionada entre os selados. Por quê? Os filhos de Israel foram estes:
De Lia: Rúben (o primogênito); Simeão; Levi; Judá; Issacar; Zebulom.
De Raquel: José e Benjamim.
De Zilpa, serva de Lia: Gade e Aser.
De Bila, serva de Raquel: Dã e Naftali.
Dentre os que foram selados, temos: doze mil de Judá; doze mil de Rúben; doze mil de Gade; doze mil de Aser; doze mil de Naftali; doze mil de Manassés; doze mil de Simeão; doze mil de Levi; doze mil de Issacar; doze mil de Zebulom; doze mil de José e doze mil de Benjamim.
Como podemos observar, Manassés, filho de José, e portanto neto de Israel, substituiu Dã. Para que possamos entender o porquê da sua substituição, precisamos recordar a sua história.
Dã era o quinto filho de Jacó e era filho de Bila, a serva de Raquel. Quando Jacó desceu ao Egito, Dã tinha apenas um filho, chamado Husim. Em contraste a isso, Benjamim, o filho mais moço de Jacó, tinha naquele tempo dez filhos.
Dois séculos mais tarde, no entanto, Dã era a tribo mais numerosa depois de Judá, a qual tinha 72.700 homens capazes de sair à guerra, e Dã tinha 62.700 homens.
A tribo de Dã tinha uma posição destacada na ordem do acampamento, e era ela que levava um dos quatro estandartes principais, além de ter a in-cumbência de proteger, com os seus homens, toda a retaguarda do exército.
 (*) Estudo bíblico feito pelo bispo Edir Macedo.

Vigília da Virada 31/12/10

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Milhares de fiéis da Igreja Universal do Brasil e do mundo vão romper o ano na presença de Deus.


Na IURD do Jd. Capela: Inicio as 22h e término as 00:15.

Venha e traga sua família para que juntos, entremos o Ano Novo na Presença de Deus.


A contagem regressiva para 2011 já começou, e com a proximidade de mais um ano, muitas pessoas planejam passar o réveillon em praias, sítios, cruzeiros, shows ao ar livre ou até mesmo em casa, com a família, na expectativa de que o ano velho fique para trás e o novo chegue com muita paz e realizações.


Porém, apesar dos votos de felicidade que são feitos todos os anos, muitos, ao fazerem um balanço dos 365 dias que passaram, chegam à conclusão de que os votos recebidos não valeram de nada, pois em vez de conquistas só acumularam perdas e frustrações.


Santa Ceia


Um dos momentos mais especiais da Vigília da Virada é, sem dúvida alguma, a Santa Ceia do Senhor Jesus, quando, à meia-noite, todos participam juntos do corpo e do sangue de Cristo, deixando definitivamente o ano ano velho para trás e começando 2011 em comunhão com o Espírito Santo.


Para que um novo ano chegue e traga junto com ele uma novidade de vida, milhares de fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o mundo irão passar de 2010 para 2011 na presença de Deus, na grande vigília, que terá início às 22h, em todos os templos. O bispo Edir Macedo ministrará o culto em São Paulo (SP), no Templo Maior, na Avenida João Dias, 1.800, em Santo Amaro, zona sul.

 

©2010 IURD JD. CAPELA |